Jaime Lauriano (São Paulo, 1985) vive e trabalha entre Porto/Portugal e São Paulo/Brasil. Graduou-se pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, no ano de 2010. Entre suas exposições mais recentes, destacam-se as individuais: Marcas, Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil, 2018; Ao Norte do Rio, Sesc Santana, São Paulo, Brasil, 2018; Brinquedo de furar moletom, MAC Niterói, Rio de Janeiro, Brasil, 2018; Assentamento, Galeria Leme, São Paulo, Brasil, 2019; Nessa terra, em se plantando, tudo dá, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil, 2015; Autorretrato em Branco sobre Preto, Galeria leme, São Paulo, Brasil, 2015; Impedimento, Centro Cultural São Paulo, São Paulo, Brasil, 2014; Em Exposição, Sesc, São Paulo, Brasil, 2013; e as coletivas: Vaivém, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, Brasil, 2019; A Queda do Céu, CAIXA Cultural Brasília, Brasília, Brasil, 2019; Quem não luta tá morto – arte democracia utopia, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil, 2018; Histórias Afro-Atlânticas, MASP e Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil, 2018; The World’s Game: Fútbol and Contemporary Art, Pérez Art Museum Miami, Miami, EUA, 2018; 11ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, Triângulo do Atlântico, Porto Alegre, Brasil, 2018; Levantes, SESC Pinheiros, São Paulo, Brasil, 2017; Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, São Paulo, Brasil, 2017; Metrópole: Experiência Paulistana, Estação Pinacoteca, São Paulo, Brasil, 2017; WELT KOMPAKT?, frei_raum Q21, Viena, Austria, 2017; How to Remain Silent, A4 Arts Foundation, Cidade do Cabo, África do Sul, 2017; Totemonumento, Galeria Leme, São Paulo, Brasil, 2016; 10TH Bamako Encouters, Museu Nacional, Bamako, Mali, 2015; Empresa Colonial, Caixa Cultural, São Paulo, Brasil, 2015; Frente a Euforia, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo, Brasil, 2015; Tatu: futebol, adversidade e cultura da caatinga, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, Brasil, 2014; Taipa-Tapume, Galeria Leme, São Paulo, Brasil, 2014; Espaços Independentes: A Alma É O Segredo Do Negócio, Funarte, São Paulo, Brasil, 2013; possui trabalhos nas coleções públicas Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil; Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil; MAC Niterói, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil; MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; MASP – Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil; Museu Casa das Onze Janelas, Belem, Pará, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil e Schoepflin Stiftung: The Collection, Lörrach, Alemanha. Com trabalhos marcados por um exercício de síntese entre o conteúdo de suas pesquisas e estratégias de formalização, Jaime Lauriano nos convoca a examinar as estruturas de poder contidas na produção da História. Em peças audiovisuais, objetos e textos críticos, Lauriano evidencia como as violentas relações mantidas entre instituições de poder e controle do Estado – como polícias, presídios, embaixadas, fronteiras – e sujeitos moldam os processos de subjetivação da sociedade. Assim, sua produção busca trazer à superfície traumas históricos relegados ao passado, aos arquivos confinados, em uma proposta de revisão e reelaboração coletiva da História.